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EX-VEREADOR DE CAMARAGIBE E ESPOSA SÃO PRESOS EM PORTUGAL POR DESVIO E VENDA DE MEDICAMENTOS

A PF não divulgou o nome do ex-vereador, apenas que é natural de Recife/PE e residente em Aldeia/PE , a esposa tem 54 anos, empresária do ramo farmacêutico, natural de Recife/PE e residente também em Aldeia.


@CamaragibeAgora


A Polícia Federal em Pernambuco através de sua Representação Regional da Interpol, procedeu a publicação da difusão vermelha que resultou nas prisões efetuadas pela Interpol portuguesa nos dias 18/11/2022 e 16/02/2023, de um casal de brasileiros.


Ele tem 54 anos, é empresário do ramo farmacêutico e ex-vereador de Camaragibe, natural de Recife/PE e residente em Aldeia/PE e ela tem 54 anos, empresária do ramo farmacêutico, natural de Recife/PE e residente em Aldeia/PE. O casal foi condenado em virtude de nos anos de 2005 e 2010 através de suas três empresas do ramo farmacêutico adquirirem e revenderem medicamentos desviados ilegalmente de hospitais públicos de Pernambuco.


O empresário e sua esposa tiveram condenação por receptação qualificada (artigo 180 § 1º do Código Penal - por adquirir, receber, vender e utilizar, em proveito próprio ou alheio, no exercício de atividade comercial, coisa que sabia ser produto de crime) e a sua esposa também por associação criminosa. Ambos foram condenados a mais de 8 (oito) anos de reclusão no dia 18/03/2011 pela 13ª Vara Federal/PE e após recursos dentro do processo impetrado por seus advogados, a manutenção definitiva pela prisão preventiva foi decretada no dia 20/09/2020 com validade até 25.02.2031, tendo ficado foragidos do Brasil nesse período. Seus nomes foram colocados na difusão vermelha nos dias 05/09/2022 e 14/02/2023 por solicitação da 36ª Vara Federal/PE, quando a partir daí passaram a ser procurados nos 190 países que compõe a Interpol – A Organização Internacional de Polícia Criminal.


A Polícia Federal já comunicou a sua prisão à Justiça Federal Pernambucana e agora será providenciada suas extradições de Portugal para Recife/PE, o que ocorrerá após a autorização do tribunal competente para julgar o correspondente pedido de extradição em Portugal. Sendo autorizado, após as formalidades legais, representantes da Polícia Federal serão designados para escoltar o preso de volta ao Brasil, onde será recolhido à prisão e permanecerá a disposição da 36ª Vara Federal/PE.


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